<![CDATA[Notícias]]> https://sindicatodosprofessores.pt Tue, 03 Nov 2026 19:40:35 +0000 Tue, 03 Nov 2026 19:40:35 +0000 (informacoes@spzn.pt) informacoes@spzn.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[Novo regime de concursos ]]> https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4979 https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4979 Foi publicado o Decreto-Lei n.º 209/2026, de 3 de novembro que aprova o novo regime de recrutamento e colocação do pessoal docente e dos técnicos especializados.

Brevemente o SPZN irá promover plenários de esclarecimemto deste diploma.   

Consultar diploma
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Tue, 03 Nov 2026 00:00:00 +0000
<![CDATA[44º aniversário FNE - Mensagem do SG, Pedro Barreiros]]> https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4980 https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4980
4 anos de história, compromisso e futuro 

Uma data que celebra o percurso e o compromisso com os profissionais da Educação e o sindicalismo democrático em Portugal.

Fundada no dia 3 de novembro de 1982, a FNE foi a primeira federação de sindicatos de professores em Portugal. Em 1989, ampliou a sua representatividade para incluir os Trabalhadores Não Docentes (Trabalhadores de Apoio Educativo) e, em 2010, adotou a sua denominação atual: Federação Nacional da Educação.

Ao longo destes anos, a FNE tem negociado, agido e lutado em nome dos docentes de todos os níveis de ensino, incluindo o Ensino Português no Estrangeiro (EPE), bem como do ensino privado, social e cooperativo. Além disso, representa Assistentes Operacionais, Assistentes Técnicos e Técnicos Especializados, cuja contribuição é vital para o sucesso educativo.

É com grande orgulho que enfatizamos o papel, o impacto e o contributo que a FNE tem demonstrado na luta pelo desenvolvimento do sistema educativo, das condições de trabalho e das carreiras, apresentando respostas e soluções aos diversos desafios enfrentados. 

O Secretário-Geral, Pedro Barreiros, deixou uma mensagem a todos, na qual reafirma que "continuaremos a defender os direitos dos profissionais da Educação, a exigir o respeito que lhes é devido e a trabalhar para que as nossas escolas tenham as condições de que necessitam.  Não porque seja apenas essa a nossa obrigação enquanto organização sindical, mas porque acreditamos que defender quem educa é também defender o futuro do país".

Consulte aqui a mensagem completa (Versão em PDF)




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Tue, 03 Nov 2026 00:00:00 +0000
<![CDATA[Parecer FNE relativo à Proposta de DL que procede à segunda alteração ao DL nº80-A/2023, de 6 de setembro]]> https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4976 https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4976
A FNE fez chegar hoje ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) o seu Parecer relativo à Proposta de Decreto-Lei que procede à segunda alteração ao Decreto-Lei nº80-A/2023, de 6 de setembro.

Para a FNE a falta de professores exige respostas urgentes, mas não pode justificar a normalização da contratação de docentes sem habilitação profissional nem a progressiva flexibilização dos requisitos de acesso à profissão.

A habilitação profissional deve continuar a ser a via normal de acesso à docência, sendo necessário garantir simultaneamente a qualidade do ensino, a valorização dos professores e condições que tornem a profissão mais atrativa.

Em termos práticos, a FNE não rejeita a possibilidade de contratar licenciados em Educação Básica para o 1.º Ciclo, mas defende que essa solução seja apenas temporária e utilizada quando não existam professores profissionalizados disponíveis.

Considera indispensável que estes docentes tenham oportunidade de concluir a sua profissionalização e que sejam acompanhados pedagogicamente. Simultaneamente, entende que a tutela deve atuar sobre as verdadeiras causas da falta de professores, melhorando as condições de trabalho, reduzindo o desgaste da monodocência, revendo o artigo 79.º do ECD e valorizando a carreira docente.

A resposta à falta de professores deve assegurar que todas as escolas dispõem dos docentes de que necessitam, mas deve igualmente garantir que esses docentes são devidamente qualificados, profissionalmente valorizados e dispõem de condições para ingressar, permanecer e construir uma carreira na educação.


Consulte aqui o documento

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Fri, 30 Oct 2026 00:00:00 +0000
<![CDATA[Rankings das escolas: Comparar resultados exige conhecer as condições]]> https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4977 https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4977
Todos os anos, a publicação dos rankings das escolas dá origem a comparações entre estabelecimentos de ensino públicos e privados, alimentando a ideia de que as melhores escolas são aquelas que ocupam os primeiros lugares nas tabelas. A FNE considera que esta leitura simplifica uma realidade complexa e não permite avaliar, com justiça e rigor, a qualidade do trabalho desenvolvido pelas escolas.

Uma classificação baseada nas notas dos exames revela resultados, mas não explica as condições em que foram alcançados. Não basta saber qual é a escola que apresenta a média mais elevada. É necessário conhecer o ponto de partida dos alunos, os recursos disponíveis e as condições de trabalho dos profissionais.

Será que as escolas comparadas acolhem alunos com contextos socioeconómicos semelhantes? Que diferenças existem nas condições de admissão e na diversidade das populações escolares? Que apoios educativos estão disponíveis? Como são acompanhados os alunos com maiores dificuldades e que respostas existem para garantir a inclusão e prevenir o abandono?

Também as condições de exercício da profissão docente devem integrar esta análise. Quanto ganham os professores? Qual a estabilidade das equipas? A que distância das suas residências trabalham? De que recursos materiais e humanos dispõem? Quantos alunos têm por turma? Que tempo lhes é assegurado para preparar aulas, avaliar e acompanhar os alunos? Que exigências burocráticas lhes são impostas?

Estas perguntas não diminuem o mérito dos alunos e dos profissionais de qualquer escola. Permitem reconhecer esse mérito com maior rigor, evitando que uma tabela de resultados seja apresentada como uma avaliação global da qualidade de cada estabelecimento de ensino.

Uma escola deve também ser valorizada pelo que consegue fazer progredir cada aluno, pela capacidade de superar dificuldades, de incluir e de criar oportunidades. O sucesso educativo é mais amplo do que a classificação obtida num exame.

Nesse quadro, por que não apresentar classificações separadas para escolas públicas e privadas, com critérios explícitos e adequados às respetivas realidades? Essa distinção, embora não resolva todas as limitações dos rankings, poderá tornar a leitura mais transparente. Mesmo dentro de cada setor, continuará a ser indispensável contextualizar os resultados.

A informação sobre as escolas deve ajudar a identificar dificuldades, valorizar boas práticas e orientar medidas de melhoria. Transformá-la numa competição entre o público e o privado favorece a promoção de um mercado educativo e desvia a atenção da responsabilidade de garantir uma educação de qualidade para todos.

É esse o debate que importa fazer: conhecer as condições, reconhecer o trabalho e assegurar que todas as escolas dispõem dos meios necessários para que todos os alunos possam aprender e progredir.

Mais importante do que qualquer ranking é garantir as condições necessárias ao sucesso escolar de todos os alunos e assegurar aos profissionais da educação condições de trabalho que lhes permitam exercer as suas funções com qualidade, dignidade e reconhecimento.
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Fri, 30 Oct 2026 00:00:00 +0000
<![CDATA[SPZN assinala o Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama com laço humano]]> https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4978 https://sindicatodosprofessores.pt/pt/noticias/detail/id/4978 Trabalhadores e colaboradores do SPZN formaram hoje um laço humano rosa no edifício de Costa Cabral, no Porto, para assinalar o Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama, que encerra o Outubro Rosa.

A iniciativa, proposta pela Equipa da Delegação do SPZN Porto, reuniu pessoas da Sede e das delegações do Porto e do Porto Norte. Cada participante segurou uma cartolina rosa com o mocho do SPZN e ocupou uma posição previamente marcada no chão, de forma a desenhar o laço símbolo da luta contra o cancro da mama. O momento foi filmado e fotografado a partir do alto.

Antes da formação do laço, a coordenadora Maria João Cardoso sublinhou o sentido da iniciativa. “A prevenção começa por coisas simples: ir ao rastreio quando chega o convite, estar atenta ao próprio corpo, não adiar uma consulta”, afirmou, acrescentando que quem enfrenta a doença “precisa de sentir que não está sozinha” e que esse apoio também se constrói no local de trabalho.

O cancro da mama é o cancro mais diagnosticado nas mulheres em Portugal. Segundo as estimativas divulgadas pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, surgem cerca de 9.100 novos casos por ano. Quando é detetado precocemente, a taxa de cura ultrapassa os 90%. Desde a norma da Direção-Geral da Saúde de dezembro de 2024, o rastreio organizado abrange as mulheres dos 45 aos 74 anos, com mamografia gratuita de dois em dois anos.

Com esta ação, o SPZN associa-se ao Outubro Rosa e reafirma a importância da informação, da vigilância e da solidariedade entre colegas.



Mais informação: Liga Portuguesa Contra o Cancro, www.ligacontracancro.pt | SNS 24: 808 24 24 24

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Fri, 30 Oct 2026 00:00:00 +0000